PROJETOS ESPECIAIS


Rádio, Tô Ligado! – um estúdio com emissora na escola

A produção do conhecimento com autonomia, com criatividade, com criticidade e espírito investigativo 
provoca a interpretação do conhecimento e não apenas a sua aceitação. Portanto, na prática pedagógica 
o professor deve propor projetos que provoquem um estudo sistemático, uma investigação orientada, 
para ultrapassar a visão de que o aluno é produto e objeto, e torná-lo sujeito e produtor 
do próprio conhecimento.” (BEHRENS)

Projeto: “Rádio, Tô Ligado!”

O projeto visa à implantação de um estúdio de rádio com emissora, no Polo de Educação pelo Trabalho Telêmaco Gonçalves Maia, onde são dinamizadas oficinas e capacitações teóricas e práticas para alunos inscritos da própria unidade e de outras unidades do mesmo polo regional.

Com este projeto, desenvolvo um trabalho de ação pedagógica integrando o PET ao PPP da E. M. Telêmaco Gonçalves Maia. Os alunos participantes de outras unidades adquirem aprendizado, de maneira que possam também levar essa proposta para suas escolas de origem.

Objetivos:

Os objetivos deste projeto estão relacionados às demandas do próprio projeto do PET – motivar o aluno ao empreendimento para a vida profissional através de novas formas de trabalho com mídia e comunicação, e com os objetivos do PPP da UE – e assegurar um espaço de aprendizagem, comunicação, protagonismo e responsabilidade, envolvendo alunos, professores e comunidade:

  • Promover e fortalecer um ecossistema comunicativo.
  • Ampliar o ambiente de comunicação.
  • Integrar o PET e as unidades escolares.
  • Promover o caráter social e a difusão cultural através do entretenimento da informação e da comunicação.
  • Assegurar espaços para a edição e publicação de produções de alunos, professores e membros da comunidade.
  • Tornar o processo ensino-aprendizagem mais inovador, interessante e motivante.
  • Promover a ação, a competência, a autonomia e a responsabilidade.
  • Desenvolver no aluno espírito crítico e capacidade criadora.
  • Promover as habilidades orais e escritas.
  • Integrar tecnologia e linguagens.
  • Fazer do aluno sujeito da liberdade de expressão.
  • Levar o aluno a ler e compreender textos jornalísticos.
  • Levar o aluno a manipular ferramentas e equipamentos de mídia e comunicação.
  • Despertar no aluno habilidades voltadas para o mercado de trabalho na área da comunicação.
  • Promover a autoconfiança e a autoestima.
  • Promover o trabalho em equipe, respeitando diferenças, níveis de conhecimento.
  • Capacitar o aluno para operar equipamentos de audio, fazer edições e produzir, vinhetas, roteiros e laudas de programações.
  • Fazer do rádio um veículo de comunicação efetivo para a divulgação do trabalho educacional da UE.
  • Utilizar o rádio como ferramenta de mídia eficaz no processo ensino-aprendizagem.
  • Fazer dos alunos produtores de cultura e informação.

Justificativa:

A proposta torna a UE também um espaço em que novas metodologias revolucionem a educação com resultados efetivamente positivos na construção do conhecimento e na formação do cidadão. O desenvolvimento tecnológico e o surgimento de novas mídias têm causado profundas modificações culturais e podem efetivamente provocar transformações sociais, sobretudo na área da educação.

Hoje, a escola tem que ter outra cara, tem que ser inovadora. Segundo a própria LDB, uma escola competente é aquela que promove o conhecimento das várias linguagens que norteiam a era da informação e da tecnologia. Nessa perspectiva, este projeto se justifica por consolidar o interesse e a necessidade em formar pessoas que compreendam e dominem a linguagem da informação, através da leitura, da escrita e do despertar da sua consciência crítica, de maneira que estejam bem melhor preparadas para atuar de forma mais responsável na vida em sociedade.

Equipe de trabalho:

Todo o trabalho conta diretamente com o suporte pedagógico e técnico do professor responsável, considerando a sua experiência com projeto de rádio na escola. O projeto é todo articulado com a colaboração e a participação de todos os professores das demais oficinas.

Os alunos que participantes do projeto, em toda sua execução, são aqueles inscritos na oficina. Os professores integrados ao projeto estarão comprometidos com a divulgação do trabalho dentro e fora da escola e com o incentivo às produções dos alunos que serão editadas e publicadas na rádio.

Os funcionários da unidade terão a atribuição de informar os alunos e os pais sobre os propósitos do projeto e efetuar a inscrição dos alunos participantes. Quanto à equipe de gestão do PET e da UE, ambas, além de dar todo o incentivo à execução do projeto, devem estar comprometidas com a aquisição de recursos materiais para a infraestrutura de um estúdio que dê, pelo menos, condições básicas para a concretização deste projeto.

Período:

A oficina deste projeto é executada semestralmente em dois horários distintos – manhã e tarde.

Planejamento /Desenvolvimento:

A meta é efetivamente começar a criar um ambiente favorável de democratização da aprendizagem não só para o aluno, como também para o professor que se capacitará mais para ensinar melhor, incorporando a linguagem das mídias ao conteúdo curricular básico e facilitando o seu acesso e apropiação como ferramentas de autoria e coautoria, contemplando e priorizando as propostas que foram definidas no PPP, que prioriza o trabalho interdisciplinar e o desempenho dos alunos. Sendo assim, este projeto de rádio será, com certeza, um grande desafio, um instrumento transformador e veiculador de novas idéias, socialização, interação, integração, informação e formação.

Público-alvo:

O projeto atende e beneficia diretamente os alunos do 5º ao 9º anos e de PEJA que estarão inscritos na Oficina de Rádio que os capacitará, promovendo a aquisição de conhecimentos e habilidades indispensáveis na comunicação aliada à educação. Ao final, os alunos estarão aptos a operar equipamentos, a executar transmissões, a elaborar pautas e roteiros de programação, a editar áudio (música, vinheta e voz) e textos jornalísticos e a fazer locução e apresentação de programas e quadros. O projeto atingirá indiretamente outros alunos da UE, professores, funcionários e membros da comunidade que queiram atuar como colaboradores e parceiros.

Cronograma:

  • Divulgação da Oficina de Rádio, através de folders e cartazes, nas escolas do polo e na Comunidade – Feita pelos professores e colaboradores.
  • Inscrição dos alunos na Oficina de Rádio – Atendendo a todos os alunos do 5º – 9º anos das unidades escolares deste polo.
  • Oficina de Rádio – Aulas com conteúdo teórico e prático, articulando ações para o efetivo funcionamento e transmissão da programação nos dias e horários pré-definidos pelas equipes docente e gestora.
  • Culminância do Projeto Pedagógico – Participação dos alunos com a produção de programação especial.

Recursos:

O PET já dispõe de recursos materiais eletrônicos básicos para a execução do projeto:

  • Instalações: Já dispomos do espaço necessário para a operação de um pequeno estúdio.
  • Recursos: Quanto a equipamentos para a operação da emissora, dispomos de  um computador, 04 caixas acústicas, 02 fones de ouvido de retorno, 01 mesa de som e 01 distribuidor de transmissão com amplificador.

Avaliação:

Todo o processo de avaliação do projeto está pautado nos seguintes aspectos – empenho e desempenho dos alunos participantes, melhora do índice de desempenho curricular, qualidade disciplinar, operacionalidade, satisfação, índice de responsabilidade, ética, conservação do espaço e dos equipamentos, a articulação e a dinâmica de tarefas, a qualidade de transmissão da programação, a gestão de recursos e serviços.

Observação final:

Logomarca criada pelo aluno Yago Gomes da E. M. Levy Miranda.

 

Professor Articulador:

Nilton Barbosa Filho

E. M. Telêmaco Gonçalves Maia


						
Postado em Educopédia | Deixe um comentário

“CIEP, mostra a sua cara no mercado das mídias”

A função da escola é valorizar a leitura, elegendo-a como atividade fundamental que possibilita a formação integral do aluno. Ler não significa apenas decifrar códigos – a leitura é muito mais que isso: é uma extensão da escola na vida das pessoas. As conquistas da vida humana estão relacionadas à leitura nos ambientes que se situam fora da escola – em suma, a forma de ser e de viver de uma pessoa identifica-se com a leitura que ela faz do mundo em que vive.

Os alunos não foram preparados para ler, trabalhar com números e problemas matemáticos, pois estão moldados a um único tipo de texto. A escola, sem elementos da realidade do aluno, privilegia a leitura superficial, estimula o simples decifrar de códigos e evita a diversidade de textos; prefere trabalhar com os livros didáticos que já trazem propostas prontas, textos que, muitas vezes, impedem uma relação do aluno com a realidade em que vivem, pois são totalmente descontextualizados.

O professor deve estimular o aluno à aprendizagem em um ambiente propício para o estudo. Mas, se o aluno não está diante de um professor que possa lhe fornecer toda a informação necessária e se não há alternativa, senão estabelecer essas condições por conta própria, o professor deverá buscar todos os materiais que lhe permitam obter a informação suficiente para preparar o aluno para essa leitura mais real e efetiva do mundo que o cerca e do qual é ator social.

Hoje vivemos um momento de integração das mídias e da globalização das vias do conhecimento e do saber. Para ampliar seu impacto, a Educopédia busca, de forma lúdica e prática, uma experimentação diferenciada de leitura e dos conteúdos elencados nos Cadernos de Apoio Pedagógico como um elemento real que oferece aulas digitais e autoexplicativas. Na turma 1303, da E/SUBE/CRE (07.34.502) do CIEP João Batista dos Santos, uma experiência inovadora, que procura obter todo o potencial das novas tecnologias para um ensino mais contextualizado e real, a interatividade trazida pelo site permitiu uma situação de diálogo interativo entre os alunos, adaptado a um maior número de estilos de aprendizagem, de forma a estimular os vários sentidos numa mudança de paradigma educativo: a transmissão de informações e a efetiva construção do saber pelo aluno.

O que mais encantou aos alunos foi a forma de apresentação do conteúdo. Nas aulas de Língua Portuguesa, eles conheceram o ‘Projeto Rondon’, coordenado pelo Ministério da Defesa, que previa a atuação de estudantes universitários como voluntários nas ações socioeducativas em municípios carentes do Nordeste do Brasil. Neste estudo, os alunos tiveram contato com textos epistolares, iniciando o registro de cartas para os seus pares, que as receberam com alegria e timidez.

Em outro momento, a turma interagiu com uma aula de Matemática sobre o sistema monetário brasileiro e suas moedas e a incorporação da palavra ‘salário’ no cotidiano. Em seguida, assistiram a fragmentos do filme ‘João e o Pé de feijão’ e se divertiram com os jogos trazidos pelo site, colaborando para a aplicação do projeto de trabalho do bimestre “CIEP, mostra a sua cara no mercado das mídias”. O projeto abordou as possibilidades de conhecimento com a integração das tecnologias de comunicação e informação, a compreensão e as ações a respeito da sociedade atual, e a interação do aluno como ator social que já intervém nesta coletividade.

Por isso, sou Professor do Ensino Fundamental, e participo de uma revolução na qualidade da educação pública da cidade do Rio de Janeiro.

 

Prof. Vitor Hugo Almeida

CIEP João Batista dos Santos

Postado em Educopédia | Deixe um comentário

Há, sim, uma revolução na qualidade do ensino público da cidade

Sou professora de História e participo de uma revolução na qualidade da educação pública da cidade do Rio de Janeiro. Atualmente sou professora polivalente de Humanidades (História, Língua Portuguesa e Geografia) no Ginásio Experimental Carioca Bolívar.

Ingressei no magistério municipal no ano de 2009, recém-saída da Universidade. E não demorei a perceber que muito do que eu havia estudado durante a licenciatura seria colocado à prova diante da realidade que me cercava. Trabalhando em diferentes escolas, logo notei a carência de um objetivo comum, um norteador que conduzisse o processo de ensino e aprendizagem dos estudantes. Percebi que, na maior parte do tempo, os alunos eram meros expectadores de um “espetáculo” produzido pelo professor, mas nem sempre o compreendiam. Eram condicionados e muitas vezes estimulados a ser meros copistas e memorizadores de conteúdos que em nada se relacionavam com sua realidade e necessidade. É… Os estereótipos atribuídos à educação pública aos poucos iam sendo confirmados pela experiência, o que era bastante frustrante.

Em meados de 2010 recebi da minha diretora um edital referente a um projeto inovador, a Educopédia. Ela, é claro, já havia percebido minha inclinação ao uso das mídias em sala de aula. Assim, sem muitas informações e pretensões, fui incluída em um projeto que, embora eu ainda não soubesse, mudaria o rumo da minha carreira no magistério.

Aprendi então que existe sim, na educação pública do município do Rio de Janeiro, pessoas que pensam em romper com o tradicional e, ao invés de ensinar conteúdos, ensinam a ser, a fazer, a conhecer e a conviver. Reconhecem que seus alunos têm algo a oferecer e, no lugar de apenas apresentar a eles o conhecimento, utilizam o que eles sabem para construir o saber. E mais: aprendem junto! Vi uma Secretaria de Educação que tenta, EXPERIMENTA e reinventa, sempre focando a qualidade do ensino e visando formar jovens autônomos e conscientes de seu lugar na sociedade.

Profª. Jessica Bretas

Ginásio Experimental Carioca Bolívar

Postado em Educopédia | 1 Comment

Projeto HQ: enquadrando o mundo

Sou professor de Artes Cênicas e valorizo muito minha participação neste momento revolucionário – e embrionário, pela dimensão da nossa rede de ensino – da qualidade da educação pública da cidade do Rio de Janeiro. Leciono ainda outras disciplinas inovadoras no Ginásio Experimental Carioca Orsina da Fonseca, onde desenvolvi um projeto de história em quadrinhos, intitulado “HQ: Enquadrando o Mundo”.

O projeto surgiu da necessidade de utilizar efetivamente as tecnologias digitais em sala de aula, abordando todo o conhecimento da linguagem teatral, que vínhamos desenvolvendo até o 3º bimestre do ano passado. O uso do celular já era comum para registrar processos e procedimentos, os netbooks já estavam apropriados pelo estudo das aulas na Educopédia (uma plataforma de aulas digitais), e navegação na internet já era usada inclusive para postagens em blogs pessoais. Então, sugeri que trabalhássemos os elementos da linguagem teatral em forma de quadrinhos. A perspectiva pedagógica era mudar o olhar do fazer artístico e dar um novo significado aos recursos digitais, levando o aluno a aprender novos conteúdos artísticos e estéticos.

O trabalho foi desenvolvido com todas as turmas do 7º, 8º e 9º anos, e o projeto perpassou também as disciplinas de Língua Portuguesa e Língua Inglesa, como atividades pontuais, agregando valores importantes. Inicialmente, do 7º ao 9º ano, realizamos uma revisão dos conteúdos específicos, como a origem do teatro, o teatro Grego, o teatro Medieval, a equipe teatral, o jogo teatral etc., e todos os pontos, teóricos e práticos, que poderiam ser abordados nos quadrinhos.

No início, montei um blog (http://hqgecorsina.blogspot.com) e fui fazendo postagens, na página principal, de acordo com as necessidades dos alunos na criação dos HQs. Também fui elucidando questões formais da linguagem visual, como figura-fundo, balões, narrador, sites de criação, entre outras. Iniciamos as criações em papel A4, de forma que os alunos se apropriassem da linguagem da história em quadrinhos, utilizando corretamente seus recursos formais. Em seguida, usamos os netbooks e nos ‘logamos’ nos sites de criação de tirinhas e HQs.

Todo o processo de elaboração/criação de HQs foi registrado com celulares dos alunos e do professor e passado para o netbook com adaptador de cartão. Foi muito interessante explicar como deveria ser a filmagem dos registros, evitando revelar a identidade e valorizando o trabalho em equipe. Houve alternância de alunos nos registros, para que todos tivessem o prazer de participar desta fase – o que era percebido durante a exibição de vídeos e fotos em sala de aula, quando todos se identificavam e se sentiam orgulhosos.

Na segunda parte do projeto, o tema norteador dos HQs passou a ser “Valores Humanos”, devido à necessidade de dissolução de pequenos conflitos ocorridos no ambiente escolar. Todos assistiram a um pequeno vídeo relativo ao tema, postado no blog, com discussão após a sessão. Seguimos a mesma estratégia com as turmas do 7º e 8º anos, sendo que a turma do 9º ano decidiu dramatizar e montar fotonovelas.

A culminância do projeto aconteceu com todos os trabalhos postados no blog, uma montagem de mural no corredor da escola e a criação de grandes balões de HQ com frases de valores positivos. Com esses grandes balões, montamos móbiles, para que as pessoas que passassem por eles pudessem se fotografar, como se estivesse num enquadramento de HQ.

Na perspectiva de que este projeto seja ampliado, desenvolvendo uma forma integrada e interdisciplinar entre as demais áreas do conhecimento, entendo que a proposta enseja um aprendizado lúdico e qualitativo na formação sensorial e cognitiva dos educandos.

Lindomar da Silva Araujo

Ginásio Experimental Carioca Orsina da Fonseca


Postado em Educopédia | 9 Comments

O nascimento de futuros cientistas em Acari

Sou professora do Ensino Fundamental, com formação em História, e participo de uma revolução na qualidade da educação pública da cidade do Rio de Janeiro. Como docente da Escola Municipal CIEP Dr. Adão Pereira Nunes, venho dividir minha experiência com o projeto ‘Cientistas do Amanhã’.

Esse projeto maravilhoso tem proporcionado melhorias consideráveis no processo de aprendizagem dos alunos da turma 1.203, através da leitura dos textos e das experiências propostas – e tem estimulado o interesse e aguçado a curiosidade das crianças para o saber cientifico. A cada dia de aula de Ciências, os alunos me surpreendem com suas perguntas, colocações e produções textuais.

Com esta experiência, as crianças aprenderam o que são hipóteses e, principalmente, a formulá-las. Um exemplo desse desempenho foi o passeio que fizemos aos jardins da Pontifícia Universidade Católica (PUC). Num dado momento, começou a garoar e o aluno Nicolas disse para eu não me preocupar, pois não nos molharíamos. Perguntei por quê? E ele respondeu que era devido ao fato de as copas das árvores serem muito grandes e cheias. Em seguida, pensou um pouco e afirmou que aquela era a sua hipótese. Os guias da PUC ficaram maravilhados com a colocação do aluno. Ao final do passeio, perguntei à turma se a hipótese do Nicolas tinha sido confirmada ou refutada. De fato ela se confirmou, e não nos molhamos.

Esse projeto tem despertado a consciência ambiental nos alunos e estimulado a interação e o companheirismo entre eles, pois a maioria das atividades é realizada em grupos.

Tem sido fantástico observar as crianças que moram na comunidade de Acari, onde o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é baixíssimo, com brilho nos olhos e sonhos de se tornarem cientistas. São essas coisas que me fazem ter orgulho de fazer parte dessa rede e estar diretamente ligada a esse processo.

Profª Gwendolyn Sonia da S. Brathwaite

CIEP Dr. Adão Pereira Nunes

Postado em Educopédia | 18 Comments
um canal
com apoio